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sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Delegação brasileira embarca para China e Coreia do Sul



Representantes do MCTI e de seus institutos tratarão de acordos internacionais. Satélites, missões espaciais, nanotecnologia, biotecnologia e bolsas do Ciência sem Fronteiras estão na pauta. Uma delegação composta por representantes do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e de seus institutos embarca para China e Coreia do Sul no sábado (20) com o objetivo de tratar de acordos internacionais.

A primeira visita será à China. Na pauta de discussão, assuntos como o lançamento do satélite CBERS 4 e a construção de novos equipamentos. Outros propostas a discutir com as autoridades chinesas são a criação de um centro Brasil-China para pesquisas meteorológicas e a construção de um satélite conjunto dos países que compõem o grupo dos Brics - Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul.

Na ocasião, a delegação será responsável também por apresentar aos chineses iniciativas de intercâmbio em mobilidade, capacitação e treinamento na área espacial, considerando o lançamento do Programa Nacional de Atividades Espaciais (Pnae) e do Programa Ciência sem Fronteiras. Para tratar do programa de bolsas, haverá encontro com representantes de universidades chinesas escolhidas para receber alunos brasileiros. Estarão em pauta, ainda, nanotecnologia e biotecnologia.

Coreia do Sul - Na sequência, a delegação brasileira segue para a Coreia do Sul. Na lista de atividades constam acordos bilaterais com diversos órgãos coreanos, além da assinatura de memorandos de entendimentos com universidades para o envio de estudantes também no âmbito do Ciência sem Fronteiras.

Participam da delegação brasileira o secretário de Políticas e Programas de Pesquisa e Desenvolvimento (Seped/MCTI), Carlos Nobre; o presidente da Agência Espacial Brasileira (AEB), Marco Antônio Raupp; o diretor do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), Gilberto Câmara; o diretor do Laboratório Nacional de Nanotecnologia (LNNano), Fernando Galembeck; e o professor Khosrow Ghavami, do Departamento de Engenharia Civil da Pontifícia Universidade Católica (PUC) do Rio de Janeiro.


Fonte: Agência MCTI

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Diálogo EUA-China sobre temas espaciais sensíveis


Artigo de José Monserrat Filho

Os Estados Unidos (EUA) vêm de propor um diálogo regular com a China sobre problemas espaciais. A iniciativa, anunciada à imprensa pelo vice-secretário assistente de Defesa dos EUA, Gregory L. Schulte, é definida como parte do esforço para a criação de novas normas espaciais e para a redução do risco de acidentes, evitando-se mal-entendidos, equívocos de interpretação e erros de cálculo no espaço. No fundo, muito provavelmente, a ideia principal é a de prevenir possíveis controvérsias e conflitos entre os dois países - hoje as maiores potências do planeta.

Que têm o Brasil e o resto do mundo a ver com isso? Tudo a ver. Primeiro, porque a questão é de segurança universal. Qualquer coisa que vá para o espaço e de lá venha, de bom e de ruim, afeta interesses fundamentais da comunidade mundial - querendo ou não, ninguém fica de fora. Segundo, porque a possibilidade de acidentes, incidentes, mal-entendidos e sobretudo choques ameaça a ordem vigente, a sustentabilidade e a realização normal, segura e produtiva das atividades espaciais, das quais dependem hoje por inteiro a vida quotidiana e o trabalho de todos os povos e países, desenvolvidos e subdesenvolvidos, avançados e atrasados, obesos e famintos, ricos e pobres.

Meta: manter posição dominante no espaço - Não por acaso, a proposta americana mereceu atenção especial do secretário-geral da Associação Chinesa de Controle de Armas e Desarmamento, Li Hong. Ele não tardou a escrever o comentário "Tornar o Espaço Seguro para Todos", publicado no jornal China Daily, de Beijing, em 4 de agosto último, e reproduzido no portal Space Daily, de 7 de agosto.

Li Hong começa lembrando que a segurança espacial há muito tempo preocupa a área de controle de armas. Desde o fim dos anos 90, frisa ele, China e Rússia exortam a comunidade internacional a promover um diálogo multilateral para impedir a instalação de armas no espaço. Na Conferência das Nações Unidas sobre Desarmamento, em Genebra, os dois países já apresentaram projetos de tratado proibindo o uso da força e a colocação de armas em órbitas da Terra.¹

Mas, segundo Li Hong, os EUA têm sempre se negado a negociar tais acordos, temerosos de que eles restrinjam o desenvolvimento e a manutenção de seu sistema anti-míssil, bem como impeçam o uso e o aperfeiçoamento de sua tecnologia espacial militar.

Para o especialista chinês, "alguns círculos conservadores dos EUA estão convencidos de que o país pode usar seus sistemas e recursos para manter posição dominante no espaço". Na visão destes meios, "os EUA não precisam conversar a respeito com outros países, pois esses têm situação muito inferior no uso do espaço para fins militares". Por isso, diz Li Hong, "os EUA dão ênfase à liberdade de uso do espaço. Em essência, eles querem firmar sua hegemonia espacial".

Todos os países podem usar livremente o espaço. Podem? - O princípio da liberdade de uso do espaço está consagrado no Artigo 1º, § 2º, do Tratado do Espaço, de 1967, o código maior das atividades espaciais. Ele reza: "O espaço cósmico, inclusive a Lua e demais corpos celestes, poderá ser explorado e utilizado livremente por todos os Estados sem qualquer discriminação, em condições de igualdade e em conformidade com o direito internacional, devendo haver liberdade de acesso a todas as regiões dos corpos celestes".

A liberdade de uso do espaço, pois, é universalmente reconhecida, mas não é incondicional: não pode discriminar os demais países, nem ignorar o direito de todos eles de explorarem e usarem livremente o espaço. Ou seja, todos os países são legalmente iguais perante o espaço.

Caso contrário, o Tratado do Espaço não poderia ter adotada, no Artigo 1º, § 1º, a "cláusula do bem comum", que dá sentido superior às atividades espaciais. Vale a pena refletir sobre o que ela estabelece: "A exploração e o uso do espaço cósmico, inclusive da Lua e demais corpos celestes, deverão ter em mira o bem e o interesse de todos os países, qualquer que seja o estágio de seu desenvolvimento econômico e científico, e são incumbência de toda a humanidade".²

Incertezas diante dos desafios da segurança espacial - Na opinião de Li Hong, "os EUA, afetados pela crise financeira, viram-se forçados a restringir o desenvolvimento de sua tecnologia espacial e pôr termo ao programa dos ônibus espaciais. O que pode ser visto" como revés dos EUA no desenvolvimento tecnológico espacial.

"E mais importante", acrescenta ele, "os EUA se deram conta de que sua vantagem no espaço enfrenta sérios desafios, já que a distância entre eles e os outros países está diminuindo". Li Hong conclui, então, que "os EUA devem mudar sua política de segurança espacial". Ele recorda que a Política Espacial Nacional e a Política Nacional de Segurança Espacial, lançadas pelos EUA, "enfatizam a cooperação em tecnologia espacial com seus aliados e o diálogo com a Rússia, China e outros países, para evitar condutas irresponsáveis no espaço".

Vale questionar: Será que só a Rússia, a China e os outros países seriam capazes de "condutas irresponsáveis no espaço"? Que país pode se outorgar o privilégio de julgar se a conduta de outro país no espaço é responsável ou não?

O especialista chinês vê os EUA como totalmente autocentrados, até mesmo na relação com os aliados: "os EUA procuram cooperar com seus aliados para integrar e usar os recursos deles, capazes de compensar sua própria carência de investimento e ajudar a manter sua própria liderança em tecnologia espacial". Daí que, para Li Hong, o diálogo proposto pelos EUA seria focado "em seus dois potenciais concorrentes, Rússia e China, para regular e restringir seu desenvolvimento e prevenir que eles desafiem a hegemonia espacial norte-americana". Isso ele considera "mentalidade típica da Guerra Fria". A seu ver, "a ânsia dos EUA em dialogar com a China reflete sua incerteza diante dos desafios de segurança espacial".

Proposta: estabelecer novo quadro jurídico internacional - Dado que há novidades no ar e que "as atividades espaciais humanas estão se tornando cada vez mais intensas", Li Hong sustenta que é "do interesse de todos os países estabelecer novo quadro de acordos e normas internacionais sobre o uso do espaço".

Para ele, "é incumbência de todos os países promover consultas e discussões para eliminar dejetos espaciais, prevenir colisões de satélites, assegurar razoável alocação de recursos e o estabelecimento de um código de conduta. Além disso, é absolutamente preciso levar em conta em seu conjunto as necessidades e preocupações de todos os países usuários do espaço. É preciso também, ao se formularem as normas espaciais, garantir, mediante consultas, a participação e o consenso universais em relação a elas".

Neste sentido, sublinha Li Hong, "o desejo dos EUA de conversar com a Rússia e a China é bem-vindo". Mas, adverte, "os EUA devem reconhecer que as conversas sobre segurança espacial envolvem os interesses de todos os países", e que "a elaboração de normas e regras de conduta internacional não deve ser monopolizada por algumas potências".

Ele opina que "no processo de coordenação e diálogo, as grandes potências devem promover mais ativamente o diálogo e a cooperação multilaterais no âmbito das Nações Unidas", e que "regras internacionais sobre o espaço verdadeiramente eficazes e universalmente aceitas só podem ser estabelecidas se estiverem baseadas na participação igual de todos os países".

São ideias construtivas e estimulantes. Mas Li Hong deixa um vazio embaraçoso ao não mencionar os acordos espaciais hoje em vigor, a começar pelo referido Tratado do Espaço de 1967, cujos princípios constituem conquistas difíceis de subestimar. Impossível esquecer o que disse Manfred Lachs, ex-presidente da Corte Internacional de Haya, sobre o Tratado do Espaço, no momento de seu lançamento oficial: "Esse é o primeiro capítulo do grande livro sobre o direito de amanhã... A aventura do ser humano no espaço deve ampliar o seu senso de responsabilidade".3

Corrida armamentista no espaço - Li Hong assevera que "a China sempre defendeu o uso pacífico do espaço", e que nas próximas décadas, "ele estará concentrado no desenvolvimento da economia nacional e na melhoria de vida de mais de 1,3 bilhão de chineses".

Ele não nega nem omite as atividades espaciais militares de seu país: "A China precisa desenvolver capacidades de defesa no espaço, mas quer evitar deixar-se envolver em uma corrida armamentista espacial".

Segundo Li Hong, "a China guia-se por estratégia defensiva de defesa" (defensive defense strategy). Parece chover no molhado, mas ele explica: "Não tem a intenção de estabelecer 'hegemonia' e não acredita em, nem aspira à segurança absoluta"; "em vez disso, propugna pela segurança comum [coletiva] por meio da cooperação mutuamente benéfica".

E aqui vai o prognóstico mais importante de Li Hong: "Daí que, mesmo se a China for capaz no futuro de competir com os EUA em força total, ela lembrará a experiência da antiga União Soviética, que desistiu de participar de uma corrida armamentista espacial com os EUA".

Isso significa que a China admitiria a possibilidade de "no futuro competir com os EUA em força total", embora desejando excluir o espaço como objeto e lugar de conflito. Contudo, ressalta o estudioso chinês de controle de armas e desarmamento, "a China sempre quis diálogo e se opôs ao confronto. Por isso, nunca vai rejeitar uma oferta de diálogo. Mas o diálogo deve ser baseado na igualdade e respeito mútuo".

A realização do diálogo não está isenta de obstáculos, reconhece Li Hong: "Políticas e marcos legais dos EUA, inclusive a venda de armas a Taiwan, restrições às exportações de alta tecnologia da China e o não-uso de foguetes chineses para lançamento de satélites norte-americanos prejudicam seriamente a base política do diálogo China-EUA sobre o espaço".

Qual será a receita do sucesso para essa relação? Li Hong se esmera na resposta: "China e EUA, além de realizarem o diálogo, devem promover cooperação espacial pragmática e trocar informações sobre o espaço como parte do mecanismo de suas conversações bilaterais, pois as diferenças entre a estratégia de defesa defensiva de Beijing e a estratégia de dissuasão de Washington criaram um fosso entre as áreas de transparência das forças armadas dos dois países".

Em suma, o entendimento possível e indispensável China-EUA passa necessariamente por um acordo sobre os limites do uso militar do espaço.

José Monserrat Filho é chefe da Assessoria de Cooperação Espacial da AEB.

Referências
1) Ver site 
2) Ver texto completo do Tratado sobre Princípios Reguladores das Atividades dos Estados na Exploração e Uso do Espaço Cósmico, Inclusive a Lua e Demais Corpos Celestes (Tratado do Espaço) no site .
3) Lachs, Manfred, The Treaty on Principles of the Law of Outer Space, Netherlands International Law Review, Martinus Nijhoff Publishers, Vol. XXXIX, 1992/3; Vereshchetin, V. S., The law of outer space in the general legal field (commonality and particularities)

Fonte:  JCEmail

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Evento em Curitiba mostra produtos derivados da tecnologia espacial

Os produtos para observação da Terra oferecidos pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) são apresentados hoje (4) no Estação Convention Center, no 15º Simpósio Brasileiro de Sensoriamento Remoto (SBSR).

O Inpe adotou uma política de distribuição gratuita, pela internet, de suas imagens de satélites, o que tem contribuído para popularizar o uso do sensoriamento remoto. Da mesma forma são oferecidos livremente seus programas de geoprocessamento, dados e resultados de projetos e estudos científicos.

"Este ano o Inpe completa 50 anos como uma das principais instituições científicas brasileiras, respeitada no Brasil e no exterior. Por meio do sensoriamento remoto o Inpe contribui para o monitoramento do nosso território continental e marítimo, com os estudos sobre mudanças climáticas e com as missões do Programa Nacional de Atividades Espaciais", diz Luís Geraldo Pereira, da Divisão de Geração de Imagens do Instituto, que coordena o showcase de apresentação dos produtos.

Especialistas do Inpe falarão sobre como ter acesso aos produtos de observação da Terra, sua variedade, aplicações de sensoriamento remoto, projetos, métodos e ensino. Os showcases são realizados na área de Exposição Técnica do 15º SBSR.

Sobre o SBSR - O Simpósio Brasileiro de Sensoriamento Remoto (SBSR), que objetiva reunir mercado e comunidade acadêmica de geotecnologias e áreas afins, está em sua 15ª edição. Além de 1.007 trabalhos científicos, o simpósio apresenta dezenas de sessões especiais com palestrantes do Brasil e exterior, cursos, debates e uma exposição técnica de serviços e produtos diversos, como câmeras que são embarcadas em satélites para imageamento da Terra e softwares para mapeamentos de áreas agrícolas e urbanas.

Promovido a cada dois anos pelo Inpe e Sociedade de Especialistas Latino-Americanos em Sensoriamento Remoto (Selper), o SBSR é o maior evento nacional sobre tecnologias relacionadas a satélites e geoprocessamento e um dos maiores do mundo. Esta edição em Curitiba reúne cerca de 2 mil pesquisadores e especialistas de todo o Brasil e mais 27 países.

Geotecnologias, radares e monitoramento de queimadas e áreas urbanas - O diretor do Inpe, Gilberto Câmara, está em Curitiba hoje (4) para falar sobre as novas tendências em sistemas de informações geográficas (GIS, na sigla em inglês). Também participam Greg Asner, da Universidade de Stanford, Estados Unidos, e Giles Foody, da Universidade de Nottingham, Inglaterra.

Workshops - A programação especial de hoje do evento contempla ainda quatro
workshops. Opções para o Monitoramento Operacional de Áreas Queimadas em Escala Continental, ministrado Alberto Setzer e Fabiano Morelli, do Inpe, apresenta produtos operacionais de estimativa de área queimada com monitoramento em escala continental por meio de imagens de satélites.

Estas estimativas são fundamentais, entre outras aplicações, para avaliar o impacto ambiental, tanto em áreas de preservação como em biomas específicos; calcular emissões atmosféricas do uso do fogo na vegetação; e acompanhar mudanças de uso do solo. "Vamos apresentar trabalhos que descrevem os principais algoritmos e produtos existentes para monitorar e estimar área queimada, e também estudos de validação, estimulando discussões que resultem em avanços das atuais técnicas", adianta Setzer.

Os outros workshops são: Novos Métodos e Sensores para a Investigação de Áreas Urbanas, coordenado por Cláudia Maria de Almeida (Inpe) e Antonio Maria Garcia Tommaselli (Unesp); Radar Imageador", ministrado por Waldir Renato Paradella e Fabio Furlan Gama (Inpe), e Desenho e Aplicação de Software de Simulação para Modelagem Ambiental, por Britaldo Silveira Soares Filho (UFMG).

Fonte: Ascom do Inpe

segunda-feira, 14 de março de 2011

Câmara dos Deputados promove exposição comemorativa do Programa Espacial Brasileiro

O Conselho de Altos Estudos e Avaliação Tecnológica (Caeat) realizará, de 15 de julho a 15 de setembro de 2011, exposição sobre o Programa Espacial Brasileiro, nos Salões Negro e Chapelaria do Congresso Nacional, além de áreas externas. O evento é um desdobramento de estudo realizado pelo Conselho de Altos Estudos e Avaliação Tecnológica, em 2010, sobre a Política Espacial Brasileira, cujos resultados, que incluem duas propostas legislativas, foram consolidados em publicação de mesmo nome, lançada no dia 30 de novembro, na Câmara dos Deputados.

O objetivo da mostra é apresentar à sociedade tema fascinante - o mistério do espaço e suas implicações para a vida moderna, quais sejam: mudanças climáticas, segurança de fronteiras, defesa, tempo, satélites, foguetes, lançadores, planetas, galáxias, e muitos outros exemplos que possam traduzir a importância de se consolidar um programa espacial para o País. Nesse sentido, a necessidade de se conscientizar a sociedade para a importância do setor, assim como a vontade de atrair o imaginário dos jovens e crianças, que num tempo próximo poderão vir a ser pesquisadores ou tomadores de decisão da área, também move o Conselho para tal esforço.

Com o intuito de conhecer as tecnologias e pesquisas do setor, a equipe técnica da Câmara  dos Deputados e da Fundação Armando Alvares Penteado, parceira do empreendimento, realizou viagem a São José dos Campos (SP), onde estão sediados os principais órgãos de execução da atividade espacial do Brasil. A programação envolveu visita ao Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), com participação do diretor do instituto, Gilberto Câmara e equipe de engenheiros, e ao Laboratório de Integração e Testes (LIT), do Inpe. No Centro de Tecnologia da Aeronáutica. (CTA) visitou-se os seguintes institutos: Instituto Tecnológico da Aeronáutica, Instituto de Estudos Avançados, Laboratório de Propulsão Hipersônica, Instituto de Fomento e Coordenação Industrial, e Instituto de Aeronáutica e Espaço.

Os curadores designados para o projeto foram:
Curador da Câmara dos Deputados - Dr. José Theodoro Mascarenhas Menck
Curador da FAAP - José Luiz Hernandez
Consultor Científico da Curadoria - Dr. Bernardo F. Estellita Lins

Fonte: MCT

sexta-feira, 11 de março de 2011

Aula inaugural da pós-graduação do Inpe ocorre segunda, dia 14.

Na próxima segunda-feira (14), às 9 horas, será realizada a aula inaugural da pós-graduação do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe/MCT). A cerimônia será no auditório Fernando de Mendonça (LIT), em São José dos Campos (SP), e terá transmissão ao vivo pela internet.

Em 2011 aproximadamente 170 alunos estão matriculados nos programas de pós-graduação do Inpe, que mantém cursos de mestrado e doutorado nas áreas de astrofísica, engenharia e tecnologia espaciais, meteorologia, computação aplicada, geofísica espacial, sensoriamento remoto e ciência do sistema terrestre.

Programa

A cerimônia será aberta por José Carlos Becceneri, chefe do serviço de pós-graduação, que em seguida passará a palavra ao diretor do Inpe, Gilberto Câmara, que ministrará a aula inaugural com duração prevista de uma hora.

Logo após, Silvia Castro Marcelino, chefe do Serviço de Informação e Documentação (SID), fará uma apresentação sobre os serviços disponibilizados pela biblioteca do instituto. Haverá ainda uma palestra sobre infraestrutura computacional, esta ministrada por Benício Pereira de Carvalho Filho. Cada coordenador de curso também deve realizar uma breve apresentação.

Marina Silva

Para falar sobre o papel da ciência na política ambiental do Brasil, Marina Silva ministra aula magna no Inpe na próxima terça-feira (15). Promovida pela pós-graduação em ciência do sistema terrestre, a palestra será dirigida aos alunos desse e demais programas de pós mantidos pelo Instituto.

Com início às 16 horas, a aula magna será no auditório Fernando de Mendonça, no LIT/Inpe, com transmissão ao vivo no link: http://www.video.rnp.br/portal/VisualizarEvento.do?
Fonte: Inpe