Mostrando postagens com marcador padrão de qualidade. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador padrão de qualidade. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Finep lança campanha para apoio a projetos inovadores


Campanha, com a chamada "Inovação só sai do papel com investimento", divulga o Programa Finep Inova Brasil. Financiadora tem R$ 2 bilhões extras para apoio a projetos até o fim do ano.

Com mais R$ 2 bilhões em caixa para financiamento de projetos inovadores até o final do ano, a Finep lança hoje (3), uma nova campanha publicitária. Com a chamada "Inovação só sai do papel com investimento", e o slogan "Projetos inovadores merecem crédito", o objetivo é divulgar o Programa Finep Inova Brasil, que oferece crédito com taxas competitivas - de 4% a 8% ao ano - e até 120 meses para pagar.

Assinada pela Agência 3, a campanha conta com filme de 30 segundos para TV fechada; peça para mídias alternativas (aeroporto e elevador); anúncios de uma página em revistas segmentadas e de grande circulação; e banners nos principais portais de notícias do País. A campanha tem três versões de anúncio, uma ilustrando um avião, outra um motor e a terceira uma plataforma de petróleo.

Além de divulgar o Finep Inova Brasil, o esforço de comunicação tem outros dois propósitos: incentivar o investimento público e privado em inovação como caminho para o desenvolvimento e estímulo à competitividade - inclusive em períodos de retração econômica - e mostrar que existem formas seguras e viáveis para empresas que desejam ver seus projetos saírem do papel.

Segundo o presidente da Finep, Glauco Arbix, mais do que executar em tempo recorde o orçamento, o foco da análise dos projetos deve ser pesquisa, desenvolvimento e tecnologia, sem perder de vista o componente inovador. "O expressivo aumento de recursos para a inovação precisa estar colado com o crescimento do padrão de qualidade."

Mais recursos - Depois de aprovar 78 operações de crédito em menos de 90 dias, a Finep obteve da presidenta Dilma, na ocasião do lançamento da política de Estado Brasil Maior, nova concessão de crédito no total de R$ 2 bilhões, proveniente do Programa de Sustentação do Investimento (PSI 3). Com isso, o orçamento total de 2011 da Financiadora sobe para cerca de R$ 8 bilhões, incluindo recursos não reembolsáveis do FNDCT, utilizados para apoio à pesquisa em universidades e instituições de ciência e tecnologia.

Fonte: Ascom da Finep

sexta-feira, 25 de março de 2011

Governo brasileiro exigirá qualidade técnica de produtos industriais importados


O governo pretende exigir dos produtos industriais importados o cumprimento dos mesmos padrões de qualidade técnica aplicados com relação a produtos nacionais vendidos no exterior. A medida foi o tema principal da reunião do Grupo de Avanço da Competitividade (GAC), quarta-feira (23), no Ministério da Fazenda.

No encontro, que reúne empresários e autoridades da área econômica, ficou acertado que cada setor da indústria elaborará uma lista de produtos de baixa qualidade que entram no País e competem com produtos similares nacionais.

De acordo com o presidente da Abramat (Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção), Melvyn Fox, os produtos industrializados importados precisarão ter certificação do Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia) ou da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) antes de entrarem no País.

Nos próximos 20 dias, o governo analisará o que pode ser feito para adaptar os órgãos ao volume de fiscalização.

Apesar de poder resultar na proibição da entrada de determinados produtos, Fox afirmou que a medida não representa protecionismo. Na verdade, o que o Brasil está fazendo é defesa comercial, que não tem nada a ver com a criação de barreiras para a importação, disse.

Para o vice-presidente da Abdid (Associação Brasileira de Indústrias de Base), Ralph Terra, a exigência de qualificação técnica não representa risco para as relações comerciais com os países desenvolvidos. O Brasil passará a fazer exatamente o que as nações ricas já fazem com os produtos brasileiros no exterior, avaliou.

Os setores da indústria ainda estão fazendo um levantamento dos produtos que enfrentam a concorrência com similares importados de baixa qualidade. O presidente da CNI (Confederação Nacional da Indústria), Robson Braga, no entanto, citou alguns itens que certamente entrarão na lista: aço, válvulas para a extração de petróleo e cabos elétricos.


Fonte: Agência Brasil