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quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Acordo entre governo, movimentos sociais e empresários garante a Confecom

Após longas conversas nesta terça-feira (25/8), representantes do governo federal, movimentos sociais e setores do empresariado que permanecem na construção da 1ª Conferência Nacional de Comunicação chegaram a um acordo para dar continuidade ao processo. A Comissão Organizadora Nacional volta a se reunir na próxima semana para definir o Regimento Interno da Conferência e readequar seu calendário.


O acordo definiu que a 1ª Confecom será composta por 1500 delegados (300 a mais do que os representantes do governo federal pretendiam). Deste contingente, 40% serão representantes de movimentos sociais, 40% do empresariado e 20% do Estado (governo e Congresso Nacional), conforme o governo propunha.


Para contemplar os segmentos dos movimentos sociais que viam na proposta de regra para aprovação de questões referente a temas “sensíveis” um privilegiamento ao empresariado, foi também incorporado um adendo. Permanece a proposta do governo de quórum de votação de 60%, mas com a exigência de votos em todos os três setores. “Isto é positivo, pois evitará que nas questões mais polêmicas o voto fechado entre governo e empresários, por exemplo, atropele os interesses dos movimentos sociais”, explica o presidente da FENAJ, Sérgio Murillo de Andrade, que participou da reunião.


Também presente na reunião, o coordenador do Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação, Celso Schröder comemorou o acordo. “Foi uma demonstração de maturidade e responsabilidade de todos os que permanecem na construção desta conferência. Este acordo garante que a 1ª Confecom vai se realizar e gestar políticas públicas mais consistentes para a comunicação no Brasil, com a participação da sociedade”, avaliou.


Com o desbloqueio do debate, a Comissão Organizadora Nacional da Confecom volta a se reunir na próxima terça-feira (01/09), às 10h, em Brasília. A reunião transcorrerá durante todo o dia, pois seu objetivo é finalizar o debate e aprovação do Regimento Interno da Conferência, além da readequação de seu calendário.


Fonte: FENAJ

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Revogação da GTNS envolve acordo com juízes

Diante da informação que me foi passada por fonte anônima de que os desembargadores do Rio Grande do Norte estão com a intenção de revogar a lei nº 6.371/93 que intituiu a Gratificação de Técnico de Nível Superior - GTNS, nova fonte não revelada me passou uma informação muito mais grave e que em parte confirma a primeira revelação. Segundo a nova fonte, a intenção de acabar com esta lei faz parte de um acordo com a governadora do Estado.


Segundo me foi revelado, os magistrados procuraram a governadora para solicitar o pagamento de "auxílio moradia" devido as constantes mudanças que acontecem na vida profissional de um juiz e receberam da governadora a proposta de que eles encontrassem uma forma de revogar a Lei da GTNS que ela garantiria o pagamento do "auxílio moradia" para os juízes.


Essa proposta foi apresentada como uma saída, tendo em vista que a área econômica do governo considerou que pagar esse direito aos juízes sairia muito mais barato para o governo do que pagar o que determina a Lei da GTNS, que seria, nesse caso, revogada de forma arbitrária e irregular.


A governadora não se lembrou do peso político do funcionalismo estadual, especialmente, com a proximidade das eleições, nas quais ela pretende se candidatar ao Senado da República. Agora com o acordo sendo denunciado, provavelmente nenhum dos dois lados devem confirmar a sua existência, contudo, qualquer movimento de qualquer um dos dois para revogar a lei n° 6.371/93 denunciará a continuidade das negociações.