segunda-feira, 20 de junho de 2011

Diminui desmatamento na Caatinga


Bioma teve 1.921 km² de sua floresta desmatada no período de 2008-2009, segundo dados do Centro de Sensoriamento Remoto do Ibama.

O ritmo anual de desmamento diminuiu. Enquanto de 2002 a 2008 a média anual era de 0,28% de área desmatada, entre 2008 e 2009 a taxa anual foi de 0,23%. Os primeiros dados do monitoramento da Caatinga sobre as áreas desmatadas até 2008 foram divulgados em 2010. No primeiro levantamento, em 2002, foi registrado um índice de desmate de 43,7%.

Esse número subiu para 45,4% em 2008. Uma das principais causas do desmatamento na região é a extração ilegal da mata nativa que é convertida em lenha e carvão vegetal.

"É um dado melhor porque diminuiu o ritmo comparando com o período 2002-2008. Mas ainda é importante que a gente tenha iniciativas de sustentabilidade, como de manejo adequado da Caatinga, para não perder esse bioma que é único e absolutamente estratégico para a qualidade de vida do nosso País, em particular nos seus estados", destacou a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira.

Os primeiros dados do monitoramento da Caatinga sobre as áreas desmatadas até 2008 foram divulgados no ano passado. No primeiro levantamento, em 2002, foi registrado um índice de desmate de 43,7%. Este número subiu para 45,4% em 2008. Com os novos dados, a Caatinga tem 45,6% de sua área desmatada. Uma das principais causas do desmatamento na região é a extração ilegal da mata nativa que é convertida em lenha e carvão vegetal.

Os estados que mais desmataram foram Bahia (638 km²), Ceará (440 km²) e Piauí (408 km²), e os municípios que registraram as maiores áreas com supressão de floresta foram Mucugê e Ruy Barbosa (BA) e Cabrobó (PE).

Único bioma exclusivamente brasileiro, a Caatinga tem uma área original de 826.411 km² e está presente em cerca de 11% do País nos estados da Bahia, Ceará, Piauí, Pernambuco, Paraíba, Maranhão, Alagoas, Sergipe, Rio Grande do Norte e Minas Gerais. A região sofre forte impacto das mudanças climáticas por apresentar muitas áreas suscetíveis à desertificação.

Uso Sustentável - No evento do Dia Mundial de Combate à Desertificação, a ministra Izabella e o vice-presidente da Caixa Econômica Federal, José Urbano, assinaram o referência do edital, no valor de R$ 6 milhões, que selecionará projetos que promovam o uso sustentável da Caatinga. O recuso é do Fundo Socioambiental da CEF.

A meta é fazer dois mil fogões eficientes, que usam menos lenha e não gera fumaça, para as famílias do árido e semiárido, 15 mil hectares de manejo florestal comunitário e familiar e implementar ações de eficiência energética em 290 empresas dos polos gesseiro e cerâmico. O edital para a seleção dos projetos será publicado na próxima semana.

Para a ministra Izabella, as ações na Caatinga ainda não são suficientes, mas são necessárias. Ela disse ainda que a população do semiárido tem de quebrar o mito de que não se pode fazer o uso sustentável da Caatinga. Já o vice presidente da Caixa ressaltou que o Fundo Socioambiental da Caixa busca contribuir para o que é fundamental para o País.

A iniciativa vai de encontro com a Convenção das Nações Unidas de Combate à Desertificação (UNCCD) que considera o uso sustentável das florestas como uma das melhores formas de se evitar a desertificação e garantir uma vida digna à população nas regiões do semiárido e árido.

Lançamento - O livro Fundo Nacional do Meio Ambiente (FNMA) - 21 anos Fomentando a Vida, foi lançado na sexta-feira (17), em Brasília. A obra traz a trajetória do Fundo Nacional do Meio Ambiente, o mais antigo fundo socioambiental do Brasil.

Fonte: Ascom do MMA

Nota do Blog - A Universidade do Estado do Rio Grande do Norte - UERN, criou uma técnica para a recuperação de áreas degradadas por atividades de extração mineral ou desertificação que, sem plantar uma muda sequer, devolve à área recuperada, todas as características de uma mata virgem, fazendo brotar apenas vegetais nativos. Para comprovar a eficácia da "Técnica do Inóculo", como foi batizada pelo CEMAD, órgão que realizou a pesquisa, 10 hectares foram recuperados, na cidade de Mossoró-RN, e demonstram a vitalidade da Caatinga com sua biodiversidade nativa. Faltam recursos para a recuperação de muitas outras áreas, inclusive aquela no Estado (Seridó), onde a desertificação já avança em seu estado mais crítico.

Fortaleza será a capital da inovação a partir de hoje


Evento da Anpei reúne mais de 800 integrantes da comunidade brasileira e internacional da pesquisa e inovação tecnológica. Ministro Aloizio Mercadante, participa da solenidade de abertura, às 14h30.

Começa hoje (20), no Centro de Convenções de Fortaleza (CE), a 11ª Conferência Associação Nacional de Pesquisas e Desenvolvimento das Empresas Inovadoras (Anpei) que, sob o tema Redes de Inovação e Cadeias Produtivas, trata de um conjunto de pautas relativas à atualidade científica e tecnológica nos mais diferentes campos do conhecimento, em especial o desenvolvido pela indústria nacional e regional.

Considerado o maior e mais importante evento destinado ao debate do tema inovação, a 11ª Conferência Anpei reúne mais de 800 líderes empresariais, pesquisadores, analistas, consultores e gestores de todas as partes do País e também do exterior.

Por três dias, a capital cearense será o centro das atenções de todos aqueles que pensam a inovação e, por consequência, o futuro das diversas áreas da atividade humana no Brasil.

Na manhã de hoje (20), como preâmbulo dos trabalhos, haverá um painel destinado especificamente às pequenas empresas. Com o título Papel das Micro e Pequenas Empresas na Formação de Redes de Inovação e Cadeias Produtivas, estará em discussão as maneiras como os pequenos empresários trabalham a inovação em seus negócios. Com o patrocínio Sebrae, o debate envolverá ainda os gargalos enfrentados por esse segmento empresarial na obtenção de instrumentos para financiar suas necessidades de inovação tecnológica.

Após se conhecer os desafios e oportunidades de inovação das pequenas empresas, na parte da tarde ocorre a abertura oficial do evento com a presença confirmada do ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, que deve detalhar as propostas de seu ministério para estimular a pesquisa e a inovação tecnológica, e com o pronunciamento de todos os atores envolvidos no tema.

No fim da tarde, está programada a primeira palestra a cargo de Carlos Fadigas de Souza, representante do Grupo Odebrecht, um dos líderes em inovação no País. Em seguida haverá um debate sobre as ideias e conceitos propostos.

Os trabalhos do segundo dia (21) da 11ª Conferência Anpei serão abertos com a colocação dos desafios do setor privado para a inovação. O tema será Nova Política de Inovação: Tópicos Voltados para a Iniciativa Privada. Na sequência, ocorre a esperada palestra do engenheiro alemão Michael Weinhold, considerado um dos maiores especialistas mundiais no campo da inovação, que antecipará como será o futuro da inovação tecnológica na palestra Os Desafios do Futuro: O Papel das Inovações.

Weinhold é diretor de Tecnologia e responsável pelo Departamento de Tecnologia e Inovação do Setor de Energia da Siemens, empresa que lhe outorgou o Prêmio Inventor do Ano. Em seguida ocorrem as reuniões dos diversos comitês da Anpei.

Já no período da tarde de amanhã (21) é a vez de se conhecer em detalhes os principais ´cases' de inovação selecionados para o evento. Nesse ano, os destaques ficam por conta do minicompressor Embraco, produto que abre um leque único de aplicações e a nova formulação de uma poliamida de alta fluidez da Rhodia, ambos produtos que estão sendo lançados à nível mundial.

O teste para influenza H1N1, gripe suína, desenvolvido pelo Grupo Fleury e a extração de óleo de peixe rico em Ômega 6 de vísceras de tilápia da empresa Piscis completam os ´cases' de destaque.

Além desses, 36 outros cases de sucesso, de igual nível - contemplando empresas dos segmentos do agronegócio, automotivo, petroquímico, metalúrgico, borracha, eletro-eletrônico sustentabilidade e outros - complementam o cerne da Conferência, nos dias 21 e 22.

Mais informações no site da Anpei: www.anpei.org.br ou envie mensagem para anpei@anpei.org.br. Telefone para contato: (11) 3842-3533.
(Acadêmica Comunicação)

Com quase 3 mil emendas, PNE deve ficar para 2012


O projeto de lei que criará o novo Plano Nacional de Educação (PNE), enviado ao Congresso Nacional no fim de 2010, recebeu 2.919 emendas parlamentares na comissão especial que analisa a matéria na Câmara.  O documento estabelecerá 20 metas educacionais que o País precisa cumprir até o fim da década. O relator da matéria, deputado Angelo Vanhoni (PT-PR), tinha previsão de terminar o relatório em agosto, mas, diante do número recorde de emendas, o texto deve ser concluído em setembro. Depois da apresentação do relatório, abre-se novo prazo para apresentação de emendas.

O presidente da comissão especial, deputado Gastão Vieira (PMDB-MA), prevê que a tramitação do plano na Câmara seja concluída até novembro, quando o texto será encaminhado ao Senado. Apesar de boa parte das emendas serem repetidas, a comissão discute com o centro de informática da Casa a criação de um software que seja capaz de classificá-las por tema para facilitar a análise por parte do relator. Gastão defende que não deve haver pressa para aprovar o novo PNE, apesar de o plano anterior ter perdido sua validade em dezembro de 2010 e o prazo de implantação do próximo ter começado neste ano.

"Todos os movimentos sociais queriam que o plano fosse aprovado o mais rápido possível, mas essa pressão até já diminuiu um pouco. É um plano que vai mexer com toda a estrutura da educação brasileira, não dá para fazer dessa forma. Temos os problemas de financiamento, por exemplo, que o próprio ministro não conseguiu dizer claramente qual será a solução", explica Gastão.

A meta de número 20 do plano é uma das mais polêmicas: ela prevê que o País amplie para 7% do Produto Interno Bruto (PIB) o percentual de investimento público em educação - hoje esse patamar é em torno de 5%. Boa parte das emendas querem alterar a meta para 10%, atendendo a uma reivindicação das entidades da área.

Para a diretora executiva do movimento Todos pela Educação, Priscila Cruz, a questão do PIB é uma "ficção": não adianta determinar o aumento dos investimentos se o plano não indicar quais serão as novas fontes de recurso. "A participação é tão grande [da apresentação de emendas], mas me preocupo se de fato a gente vai ter um documento com as características de um plano nacional, que não pode entrar no detalhe e querer determinar políticas para estados e municípios, ele precisa ser mais macro", afirma.

Ela avalia que o debate é importante e que todas as emendas precisam ser avaliadas, mas defende que o próximo PNE precisa ser factível para que não se repita o que ocorreu no plano anterior, quando a maioria das metas foi descumprida.

"Adoraria ter metas com 100% das crianças aprendendo e 100% das crianças na creche, é claro. Mas temos que entender que há um caminho para chegar lá. O plano precisa ser ao mesmo tempo ambicioso e factível", acredita.

Seguindo para o Senado em novembro, o PNE passará por uma nova rodada de discussões em um ano de eleições municipais. "O PSDB, que é oposição, é muito ativo no Senado, especialmente nos temas de educação. Também temos que conciliar os anseios dos planos com os dos governadores e no Senado há muitos ex-governadores. Ninguém aprova um documento com tanta complexidade em um prazo curto", avalia Gastão.

Fonte: Agência Brasil

Mercadante quer regra de reposição automática de pesquisadores que se aposentam


O ministro da Ciência e Tecnologia quer que as 18 unidades de pesquisa vinculadas ao MCT possam substituir automaticamente um terço do quadro de pesquisadores que se desligarem da instituição. A regra vale desde 2010 para os institutos federais de Educação, Ciência e Tecnologia vinculados ao Ministério da Educação.

Segundo o Decreto 7.312, de 2010, os institutos federais não dependem de autorização específica para realizar concurso público e prover cargos de professor. A perspectiva de aposentadoria de muitos pesquisadores é um problema comum a várias unidades de pesquisa do Ministério da Ciência e Tecnologia. A estimativa do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), por exemplo, é que metade do seu corpo de pesquisadores esteja aposentada em cinco anos.

A falta de quadros e a necessidade de substituição da força de trabalho intelectual foram a tônica dos discursos dos novos diretores empossados por Mercadante na última quinta-feira (16), em Brasília. O ministro prometeu "lutar" pelas mesmas condições dos institutos federais e para realizar novos concursos públicos.

Segundo o novo diretor do Laboratório Nacional de Astrofísica (LNA), Bruno Vaz de Castilho Souza, além do concurso, outras possibilidades mais imediatas seriam a contratação temporária de pesquisadores e o reforço do programa de bolsas para ter pesquisadores visitantes por mais tempo.

Castilho tomou posse junto com os novos diretores do Instituto Nacional do Semiárido (Insa), Ignácio Hernán Salcedo; do Centro de Tecnologia Renato Archer (CTI), Victor Pellegrini Mammana; e do Museu de Astronomia e Ciências Afins (Mast), Maria Margareth Lopes. Na mesma ocasião, foi reconduzido ao cargo o diretor do Instituto Nacional de Tecnologia (INT), Domingos Manfredi Naveiro.

A escolha dos novos diretores seguiu o rito dos comitês de busca que são encarregados oficialmente de receber currículos de candidatos, fazer entrevistas, selecionar e apresentar uma lista de nomes para a escolha do ministro. Mercadante afirmou que escolheu os primeiros colocados indicados e teve como critério a meritocracia. "Aqui não teve esse negócio de QI [quem indica]", garantiu.

A escolha por meio dos comitês de busca foi instituída em 1999. O primeiro gestor escolhido por este sistema foi o diretor do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), o médico e pesquisador Marcus Barros.

Fonte: Agência Brasil

País deve investir R$ 1,7 tri em máquinas


Os investimentos da indústria e da infraestrutura no Brasil devem consumir R$ 1,76 trilhão em máquinas e equipamentos nos próximos quatro anos. É o que mostra um estudo da área de pesquisa econômica do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que será publicado nos próximos dias. A cifra representa 56,2% do total de inversões projetadas pelo banco para o período entre 2011 e 2014: R$ 3,34 trilhões.

No trabalho, os economistas do BNDES Fernando Puga e Gilberto Borça Júnior demonstram que, apesar de ser uma das menores do mundo, a taxa de investimento brasileira produz um efeito maior e mais rápido no crescimento. Diferente da maioria dos países, a maior parte das inversões no Brasil se dá em bens de capital, e não na componente da taxa relativa à construção, uma característica que, para o BNDES, está se aprofundando.

Eles chegaram a essa conclusão ao investigar a composição da formação bruta de capital fixo no Brasil, historicamente baixa em relação ao PIB e considerada o principal obstáculo para o crescimento mais robusto da economia sem pressões inflacionárias.

Numa comparação internacional a partir de dados do Banco Mundial, de 2005, a taxa de investimento brasileira, de 16,3% do PIB, figurava em último lugar entre outros 20 países. A China já liderava, investindo robustos 41,5% do PIB, seguida por nações como Espanha (29,4%), Índia (28,5%) e Japão (23,1%).

No entanto, analisando apenas o componente relativo a máquinas e equipamentos, o Brasil alcançava 7,9% do PIB, superando países como Reino Unido (5,8%), Espanha (7,2%), França (5,8%), EUA (5,8%) e até a média mundial (7,6%).

O Brasil ainda perdia nesse quesito para países asiáticos como China (11,5%), Índia (13,1%) e Coreia do Sul (9,1%), mas a distância fica bem menor do que na comparação da taxa agregada. Para os economistas, isso mostra que não há uma defasagem muito grande entre o padrão de investimento na produção e modernização das empresas brasileiras e o das de outros países.

"A taxa de investimento agregada do Brasil está na lanterna e isso dá uma percepção de que o nosso parque industrial estaria muito defasado, obsoleto por causa do baixo investimento. No entanto, quando olhamos apenas para máquinas e equipamentos, estamos investindo até acima da média mundial", diz Puga.

Borça Júnior explica que a predominância do componente de bens de capital, que tem relação direta com a capacidade de gerar mais oferta de produtos para equilibrar a pressão do consumo, confere à taxa de investimento brasileira maior produtividade em relação ao crescimento da economia.

"Essa composição é mais benéfica. Conseguimos um crescimento maior com um esforço de investimento menor", diz o economista. "Concordamos que o Brasil precisa de uma taxa de investimento maior, mas vimos que a defasagem brasileira em relação ao mundo está na parte de construção, pelas décadas recentes sem desenvolvimento do crédito habitacional e problemas fiscais que inibiram investimentos em infraestrutura."

Desafio - Essa característica, admitem os autores, revela um desafio ainda presente de acelerar a construção de residências e de grandes equipamentos de infraestrutura, que têm impacto indireto na produção e promovem bem-estar.

No entanto, eles destacam que a expansão recente do crédito imobiliário e das obras públicas indica avanço no segmento de construção, mas sem tirar a liderança dos bens de capital, já que os investimentos estimados pelo BNDES até 2014 concentram-se em setores intensivos em maquinário.

O de petróleo e gás, por exemplo, consome aproximadamente 94% dos seus investimentos em máquinas e equipamentos. Apenas 1% é destinado à construção e 5% para outros itens. Isso significa, segundo o BNDES, que o setor deverá demandar sozinho R$ 355,7 bilhões em máquinas e equipamentos até 2014.

O cálculo foi feito pelos dois economistas a partir dos dados de 2005 do Banco Mundial sobre a composição do investimento, os mais recentes para comparação internacional. Eles cruzaram a estrutura com uma matriz de investimento agregada elaborada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) para chegar à demanda de cada setor.

A indústria como um todo deve consumir R$ 832,1 bilhões em bens de capital até 2014, com destaque para a extrativa mineral (R$ 67,2 bilhões), siderurgia (R$ 28,4 bilhões), veículos (R$ 25,6 bilhões) e celulose (R4 21,4 bilhões). Já a construção na indústria demandará bem menos: R$ 180,2 bilhões.

Mesmo nos investimentos de infraestrutura, como portos, telecomunicações, ferrovias e geração de energia elétrica, o consumo de bens de capital é maior do que o de construção, respondendo por 70% dos R$ 400 bilhões em investimentos planejados até 2014.

Nos cálculos do BNDES, dos 18,4% do PIB investidos em 2010, 10,2 pontos porcentuais foram de máquinas e equipamentos. A tendência vai se aprofundar, com 11% do PIB voltados para bens de capital, dentro da projeção do banco de uma taxa média de investimentos de 20,9% do PIB entre 2011 e 2014. Nesse período, o BNDES projeta uma elevação da taxa agregada de investimento dos atuais 18,4% para 22,8% do PIB. (Alexandre Rodrigues)

Fonte: O Estado de S.Paulo

Petrobras inicia produção de petróleo nos EUA até novembro

Até o final deste ano, a Petrobras (PETR3, PETR4) começará a produzir petróleo nos Estados Unidos, com quantidades estimadas de 8 mil barris de petróleo por dia, com três poços, dois em Cascade e um em Shinook.

A estatal agora está em fase de testes para conexão e desconexão dos cabos que vão transferir petróleo para a plataforma BW Pioneer.

A notícia é um dos principais destaques da imprensa nesta segunda-feira (20).


Fonte: InfoMoney